Zumbis pelo mundo (?)
O Instituto de Internet de Oxford teve a curiosidade de ver quais são os lugares que mais falam de zumbis na internet mundial.
Dead Drops
Daí você tá andando na rua e vê uma pontinha de pen drive na parede, implorando para ser conectada. WTF???
A melhores do #TUITEUMACAMISETA
A brincadeira começou com o pessoal do @sensacionalista que criou sua linha de camisetas e lançou a promoção. As melhores frases que eles escolheram com a hashtag vão virar uma camiseta de verdade.
Uma web série de comédia sobre Shakeaspeare
A série faz uma releitura dos principais clássicos de Shakeaspeare em uma versão de desenho animado bem simpática e educativa.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Dia de Todos os Santos
Todos nós sabemos que muitos países comemoram o dia dos mortos de uma forma diferente, muito mais animada do que costumamos fazer no Brasil, com gente chorando no cemitério. Pois está em exposição em Barcelona, a exposição chamada Día de Muertos, na galeria Cosmo, que para quem gosta deste tipo de cultura bem mexicana dos mostos. Confiram as fotos abaixo da inauguração:
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A maior abóbora do mundo agora é a maior escultura de Halloween
Uma grande abóbora ganhou um premio americano como maior do mundo, agora ela se transformou em uma grande escultura de halloween, exposta no Jardim Botânico de Nova York. A escultura foi feita como se fosse um grande ovo que chocou e agora saem zumbis de la de dentro, bem bacana mesmo, confiram:
domingo, 30 de outubro de 2011
Próxima geração de touchscreens pode aguentar sem medo seus dedos engordurados
Para aqueles com tendências obsessivas-compulsivas, marcas de dedos na tela do celular ou tablet devem ser um inferno na Terra. Mas uma equipe de cientistas alemães diz que pode ajudar, usando nada menos que uma vela.
Fazer uma superfície hidrofóbica, que repele a água, é fácil. Difícil é fazer uma superfície oleofóbica, que repele óleo e gordura. Isso acontece devido à baixa tensão superficial do óleo: para criar uma superfície que o possa repelir, você precisa de um tipo bem particular de rugosidade – isto é, de textura na superfície da tela. Só que ninguém conseguiu criar uma textura realmente oleofóbica até então.
Agora, uma equipe de pesquisadores do Instituto Max Planck de Pesquisa sobre Polímeros em Mainz, Alemanha, acredita ter encontrado uma solução. Só que uma solução incomum: ela usa uma combinação de fuligem de vela e sílica aquecidas a uma temperatura certa. Olha, eu não disse que isso era high-tech!
Eles experimentaram a ideia com vidro, notório por atrair manchas de dedos por todo lado. Primeiro, eles seguraram o vidro acima da vela, o que fez a fuligem se depositar em sua superfície. Estas pequenas esferas de fuligem tinham de 30 a 40 nanômetros de diâmetro, e se empilhavam de forma bem solta. Na verdade, 80% da cobertura era espaço vazio, dando-lhe a rugosidade ideal para separar moléculas de óleo.
Para fixar a fuligem, eles a cobriram com uma camada de sílica de 25 nanômetros de espessura. Por fim, para se livrar da cor escura da fuligem, eles aqueceram o vidro a 600°C, mantendo-o transparente.
O resultado? Um vidro à prova de marcas de dedos! Eles até conseguiram capturar, em fotos de alta velocidade, pequenas gotas de óleo de amendoim balançando para cima e para baixo na superfície. Felizmente, a proteção no vidro serve para outros materiais também, como alumínio, aço e cobre.
Agora, eles só precisam arranjar uma forma de industrializar o processo, para não ter que segurar cada pedaço de vidro em cima de uma vela.
Fazer uma superfície hidrofóbica, que repele a água, é fácil. Difícil é fazer uma superfície oleofóbica, que repele óleo e gordura. Isso acontece devido à baixa tensão superficial do óleo: para criar uma superfície que o possa repelir, você precisa de um tipo bem particular de rugosidade – isto é, de textura na superfície da tela. Só que ninguém conseguiu criar uma textura realmente oleofóbica até então.
Agora, uma equipe de pesquisadores do Instituto Max Planck de Pesquisa sobre Polímeros em Mainz, Alemanha, acredita ter encontrado uma solução. Só que uma solução incomum: ela usa uma combinação de fuligem de vela e sílica aquecidas a uma temperatura certa. Olha, eu não disse que isso era high-tech!
Eles experimentaram a ideia com vidro, notório por atrair manchas de dedos por todo lado. Primeiro, eles seguraram o vidro acima da vela, o que fez a fuligem se depositar em sua superfície. Estas pequenas esferas de fuligem tinham de 30 a 40 nanômetros de diâmetro, e se empilhavam de forma bem solta. Na verdade, 80% da cobertura era espaço vazio, dando-lhe a rugosidade ideal para separar moléculas de óleo.
Para fixar a fuligem, eles a cobriram com uma camada de sílica de 25 nanômetros de espessura. Por fim, para se livrar da cor escura da fuligem, eles aqueceram o vidro a 600°C, mantendo-o transparente.
O resultado? Um vidro à prova de marcas de dedos! Eles até conseguiram capturar, em fotos de alta velocidade, pequenas gotas de óleo de amendoim balançando para cima e para baixo na superfície. Felizmente, a proteção no vidro serve para outros materiais também, como alumínio, aço e cobre.
Agora, eles só precisam arranjar uma forma de industrializar o processo, para não ter que segurar cada pedaço de vidro em cima de uma vela.
sábado, 29 de outubro de 2011
Como o streaming de música do Spotify pode melhorar com apps?
O Spotify tem uma grande visão para seu serviço de streaming de música. Essa visão vai além de seu estado atual, com apps desenvolvidos pela própria empresa: eles querem abrir o serviço para qualquer desenvolvedor que queira adicionar conteúdo e funcionalidades ao Spotify.
Nas palavras do CEO Daniel Ek, o Spotify vai oferecer “apps de música verdadeiramente integrados” dentro do Spotify. Os apps serão baseados em padrões HTML5 e JavaScript e vão rodar dentro do Spotify. O serviço já fechou parceria com alguns sites de música, revistas e provedores de conteúdo, que vão oferecer apps desde o primeiro dia.
A primeira safra de apps vem na maior parte de fontes editoriais, que vão acrescentar artigos, playlists e resenhas ao serviço. O Spotify terá uma loja de apps, chamada App Finder, que permite aos usuários adicionar essas novas partes ao aplicativo para desktop. Todo app passa por um processo de análise, então não entra qualquer coisa no programa. Alguns exemplos de apps: Rolling Stone (com “as melhores” de artistas e artigos), Last.fm (com descoberta social de música), TuneWiki (letras de música) e SongKick (shows e eventos). Mas há pouco que os apps podem fazer para melhorar a interface e usabilidade do Spotify – e olha que ela precisa.
No entanto, o Spotify já vai usar este novo framework para fazer suas próprias melhoras: eles começam com um ticker, ao estilo do Facebook, que mostra o que seus amigos estão ouvindo agora. Espero que isto sinalize o início de melhoras ao serviço feitas pelo próprio Spotify.
Alguns esperavam que o Spotify iria permitir sites e desenvolvedores terem acesso às músicas do serviço, tocando-as em seus próprios sites ou apps. Infelizmente, este não é o caso: toda expansão com apps é feita dentro do próprio app do Spotify. Mas eles serão abertos a qualquer usuário, seja free ou premium.
Mas criar um Franken-app vai melhorar a experiência do Spotify? Mais conteúdo a se descobrir é muito bom, mas navegar de app em app cria uma experiência desarticulada, pelo menos em termos de interface. O Facebook, que possui apps dentro de seu serviço, vem lutando contra esse problema desde o início, e ainda estão para resolvê-lo. Mesmo assim, ainda há muito potencial em criar uma experiência dinâmica assim, e vale prestar atenção no que o Spotify tem preparado para o futuro.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
YouTube ganha redesign para ficar mais social
O YouTube lançou um redesign completo do site, com ênfase em integração com redes sociais – Google+ e Facebook – além de usar o poder dos algoritmos para descobrir de que vídeos você gosta.
Como vimos antes, o redesign aproxima o YouTube do Google+ com um feed de atividade no centro, canais na esquerda e recomendações na direita. Os canais incluem as inscrições do YouTube e os vídeos que seus amigos compartilham no Facebook e Google+ (podia ter Twitter também…). A integração com o Google+ é automática – você só precisa estar logado – enquanto com o Facebook é opcional.
O feed de Inscrições é uma grande atualização em relação ao que o YouTube fazia anteriormente. Antes, o YouTube juntava todas as suas inscrições e recomendações em um lugar só. Agora, os vídeos enviados, favoritados e curtidos ficam literalmente no centro, organizados de uma forma que faz sentido. Como os canais têm mais destaque, o YouTube ganha uma cara mais social – você sempre pôde seguir outras pessoas que criam vídeos, mas agora este é o centro do YouTube.
E a parte de recomendações, separada na direita, mostra vídeos de acordo com suas inscrições atuais e com o que você viu antes. Novamente, isso já existia no YouTube antigo, mas agora está melhor organizado. Vídeos populares e em tendência (trending) foram para baixo na coluna esquerda, para dar espaço ao novo foco do YouTube em redes sociais.
A página com o vídeo em si ficou mais limpa e mais cinza, com controles para ampliar ou colocar o vídeo em tela cheia. Vale lembrar que o Cosmic Panda, o design alternativo para as páginas dos vídeos, continua funcionando – você pode escolher entre o player normal e o Cosmic Panda. Se você ainda não recebeu o redesign, é questão de tempo. E se recebeu e não gostou… vá se acostumando.
Como vimos antes, o redesign aproxima o YouTube do Google+ com um feed de atividade no centro, canais na esquerda e recomendações na direita. Os canais incluem as inscrições do YouTube e os vídeos que seus amigos compartilham no Facebook e Google+ (podia ter Twitter também…). A integração com o Google+ é automática – você só precisa estar logado – enquanto com o Facebook é opcional.
O feed de Inscrições é uma grande atualização em relação ao que o YouTube fazia anteriormente. Antes, o YouTube juntava todas as suas inscrições e recomendações em um lugar só. Agora, os vídeos enviados, favoritados e curtidos ficam literalmente no centro, organizados de uma forma que faz sentido. Como os canais têm mais destaque, o YouTube ganha uma cara mais social – você sempre pôde seguir outras pessoas que criam vídeos, mas agora este é o centro do YouTube.
E a parte de recomendações, separada na direita, mostra vídeos de acordo com suas inscrições atuais e com o que você viu antes. Novamente, isso já existia no YouTube antigo, mas agora está melhor organizado. Vídeos populares e em tendência (trending) foram para baixo na coluna esquerda, para dar espaço ao novo foco do YouTube em redes sociais.
A página com o vídeo em si ficou mais limpa e mais cinza, com controles para ampliar ou colocar o vídeo em tela cheia. Vale lembrar que o Cosmic Panda, o design alternativo para as páginas dos vídeos, continua funcionando – você pode escolher entre o player normal e o Cosmic Panda. Se você ainda não recebeu o redesign, é questão de tempo. E se recebeu e não gostou… vá se acostumando.
11:10
Vitória Rezende
















